O LOUVOR É TRANSCEDENTE

sábado, 12 de janeiro de 2013

ESCATOLOGIA


Escatologia

A ESCATOLOGIA BÍBLICA

Etimologia da Palavra

O termo Escatologia tem origem em duas palavras gregas (éschatos = últimos e logos= estudo).

Portanto, teologicamente a tradução da palavra ‘escato’ seria algo como:

“O Estudo das Últimas Coisas”
“O Estudo dos Últimos Acontecimentos”
E Bíblica porque sÃo acontecimentos preditos na Bíblia Sagrada.


Premissas

1) Houve um inicio e haverá um fim do atual sistema mundial.
2) Desfecho da evangelização mundial.
3) A justiça divina deve ser implantada.
4) O Mil&Enio de paz será estabelecido.
5) É necessário iniciar-se o tempo eterno.
6) A morte e o mal serão destruídos.
7) O bem triunfará.
8) O envelhecimento (deterioração das células) do ser humano cessará.
9) O Reino eterno de Jesus será estabelecido.
10) O pecado e suas conseqüências terão fim.

Esboço Simplificado

A Escatologia pode ser dividida em seis grandes blocos:

1) O Arrebatamento da Igreja de Cristo.
2) A Grande Tribulação (70ª semana do profeta Daniel)
3) A segunda vinda de Cristo
4) A ressurreição dos mortos
5) O juízo final
6) A criação dos novos céus e da nova terra

Principais Sinais do Tempo do Fim

1) A formação do Estado de Israel em 1948 (Ezequiel 37)
2) Aumento das viagens e progresso da ciência (Daniel 12:4)
3) O sinal do engano (Mateus 24)
4) Guerras e rumores de guerras, epidemias e terremotos (Mateus 24)
5) A grande apostasia (1ª Timóteo 4:1-4)
6) O florescimento do deserto (Isaias 35, 41 e 43)
7) Ataque da Rússia e seus aliados a Israel (Ezequiel 38 e 39)
8) A reconstrução do templo judeu em Jerusalém (Mateus 24 e Daniel 11)


“Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro”. Mateus 25: 6

(Esposo: Cristo – Esposa: Igreja)


“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor”. 1ª Tessalonicenses 4:16,17 
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A ESCATOLOGIA BÍBLICA



O termo Escatologia tem origem em duas palavras gregas (éschatos = últimos e logos= estudo). 

Portanto, teologicamente a tradução da palavra ‘escato’ seria algo como:

“O Estudo das Últimas Coisas”
“O Estudo dos Últimos Acontecimentos”
E Bíblica porque sÃo acontecimentos preditos na Bíblia Sagrada.


Premissas

1) Houve um inicio e haverá um fim do atual sistema mundial.
2) Desfecho da evangelização mundial.
3) A justiça divina deve ser implantada.
4) O Mil&Enio de paz será estabelecido.
5) É necessário iniciar-se o tempo eterno.
6) A morte e o mal serão destruídos.
7) O bem triunfará.
8) O envelhecimento (deterioração das células) do ser humano cessará.
9) O Reino eterno de Jesus será estabelecido.
10) O pecado e suas conseqüências terão fim.

Esboço Simplificado

A Escatologia pode ser dividida em seis grandes blocos:

1) O Arrebatamento da Igreja de Cristo.
2) A Grande Tribulação (70ª semana do profeta Daniel)
3) A segunda vinda de Cristo
4) A ressurreição dos mortos
5) O juízo final
6) A criação dos novos céus e da nova terra

Principais Sinais do Tempo do Fim

1) A formação do Estado de Israel em 1948 (Ezequiel 37)
2) Aumento das viagens e progresso da ciência (Daniel 12:4)
3) O sinal do engano (Mateus 24)
4) Guerras e rumores de guerras, epidemias e terremotos (Mateus 24)
5) A grande apostasia (1ª Timóteo 4:1-4)
6) O florescimento do deserto (Isaias 35, 41 e 43)
7) Ataque da Rússia e seus aliados a Israel (Ezequiel 38 e 39)
8) A reconstrução do templo judeu em Jerusalém (Mateus 24 e Daniel 11)


“Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro”. Mateus 25: 6

(Esposo: Cristo – Esposa: Igreja)


“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor”. 1ª Tessalonicenses 4:16,17 
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AS TEOFANIAS E A ENCARNAÇÃO DO VERBO


1. Definição do Termo Teofania




O termo Teofania vem da língua grega, composto por dois vocábulos, Theós, "Deus" e phaneroô, "aparecer". Isto é, Teofania é o termo utilizado para descrever alguma manifestação visível de Deus, na forma que Ele quiser. Alguns eruditos, definem Teofania como uma manifestação de Deus aparecendo, seja em forma humana, seja através de fenômenos da natureza gran¬diosos e impressionantes. 
Em sua essência, Teofania é um termo teológico que serve para indicar qualquer manifestação temporária e normalmente visível de Deus. Por conseguinte, é preciso se distinguir de forma enfática que há uma grande diferença entre a Teofania (que é uma manifestação temporária) e a Encarnação (que é uma manifestação permanente).
A importância primordial desse estudo das Teofanias, é podermos demonstrar que através de revelações temporárias de Deus temos a revelação da possibilidade de uma revelação permanente dEle. Deus, ao revelar-Se temporariamente através de Teofanias, demonstrava por esse fato, que na plenitude da dispensação dos tempos (Gl 4:4), Ele se tornaria "carne", (Jo 1:14) isto é, Se encarnaria - desta vez permanentemente - em Jesus Cristo.

2. Ocorrências de Teofanias
Quase todos os casos de Teofania são encontrados nos tempos do AT, embora haja registros delas também no NT.
No relato do livro de Gênesis, encontramos a mais abundante fonte de Teofanias da Bíblia. Isto se deve, principalmente, a dois fatores:
1) o livro de Gênesis é o livro bíblico que cobre o maior espaço de tempo;
2) ainda não havia uma revelação escrita para a humanidade, o que veio a acontecer somente durante o últi¬mo estágio da vida de Moisés.
Também nos relatos decisivos do livro de Êxodo, encontramos casos de Teofanias, bem como no livro de Juízes, tornando-se mais raras no restante do AT.
Em relação às Teofanias no NT, a título de exemplo, podemos citar a voz celeste e a pomba que apareceram por ocasião do Batismo de Jesus (Mt 3:16,17), a voz ouvida durante o episódio da Transfiguração (Mt 17:5), bem como no episódio da semana da paixão (Jo 12:28), a visível inauguração do ministério do Espírito Santo (At 2:2,3), como também as visões de Estêvão (At 7:55,56) e de Paulo (At 9:3ss).

3. Formas de Teofania
A Bíblia nunca enfatiza a maneira da manifestação divina, sob a forma de Teofania. O que é enfatizado nos relatos bíblicos de Teofania, é aquilo que Deus fez e falou. Em quase todos os casos de Teofania, o seu objetivo é sempre dar uma mensagem, ao passo que a forma externa apenas serve para chamar a atenção. Um exemplo claro disto, é episódio da sarça ardente (Êx 3:2-6) e na entrega da Lei, com todas as manifes¬tações físicas que lhe acompanharam (Êx 19:18,19; 20:18). A Bíblia enfatiza que o que é físico é apenas secundário, sendo que Dt 4:12 demonstra isto, enfatizando que "... além da voz, não vistes semelhança nenhuma”.

4. O Anjo do Senhor
Outro ensino veterotestamentário de grande importância, que por sua vez está estritamente relacionado com as Teofanias são as aparições do Anjo do Senhor. Optamos por estudar, separa¬damente, este assunto, em virtude de sua importância crucial, uma vez que as aparições do Anjo do Senhor se constituem em Teofanias, mas especificamente Teofanias onde as aparições de Deus se davam em forma humana.
A expressão "Anjo do Senhor" ou sua variante "Anjo de Deus", se encontram mais de cinqüenta vezes no AT. Portanto, é necessário algumas considerações acerca desse personagem, que se reveste de grande importância quando tratamos da possibilidade da Encarnação.
A primeira aparição bíblica do "Anjo do Senhor" foi no episódio de Agar, no deserto (Gn 16:7). Outros acontecimentos incluíram pessoas como Abraão (Gn 22:11,15), Jacó (Gn 31:11-13), Moisés (Êx 3:2), todos os israelitas durante o Êxodo (Êx 14:19) e posteriormente em Boquim (Jz 2:1,4), Balaão (Nm 22:22-36), Gideão (Jz 6:11), Davi (1Cr 21:16), entre outros.
A Bíblia nos informa que o Anjo do Senhor realizou várias tarefas semelhantes às dos anjos, em geral. Às vezes, Suas aparições eram simplesmente para trazer mensagens do Senhor Deus, como, por exemplo, em Gn 22:15-18; 31:11-13. Em outras aparições, Ele fora enviado para suprir necessidades (1Rs 19:5-7) ou para proteger o povo de Deus de perigos (Êx 14:19; Dn 6:22).
Com relação à identidade do Anjo do Senhor, os eruditos não são e nunca foram unânimes. Entretanto, não há porque duvidar da antiqüíssima interpretação cristã de que, nesses casos acima citados, encontramos manifestações preencarnadas da Segunda Pessoa da Trindade.
Desejamos, portanto, apresentar a seguir três argumentos bíblicos que comprovam, indubitavelmente, que o Anjo do Se¬nhor é Jesus Cristo antes de encarnado.

1) Josué 5:14 - Quando o Anjo do Senhor apareceu a Josué, diz a Palavra do Senhor que ele "... se prostrou sobre o seu rosto na terra, e O adorou, e disse-lhE: Que diz meu Senhor ao seu servo?". Se o Anjo do Senhor não fosse o próprio Senhor (ou melhor, o Senhor Jesus como Segunda Pessoa da Trindade), o anjo (caso fosse simplesmente "um anjo") teria proibido a Josué de adorá-lo, como ocorreu em Ap 19:10 e Ap 22:8,9.

2) Jz 13:18 - Embora concordemos com o fato de que existem controvérsias a respeito desta passagem, reputamos a mesma como factual e elucidativa. Quando Manoá, pergunta ao Anjo do Senhor, o Seu Nome, Ele responde: "... porque perguntas assim pelo meu nome, visto que é maravilhoso?" Uma comparação desta resposta com a passagem de Is 9:6, demonstra que o Anjo do Senhor que apareceu a Manoá é o Menino que nos fora dado de Isaías. Isto é, o Anjo do Senhor, cujo Nome é Maravilhoso (hwhy YHWH), é o próprio Senhor, e ao mesmo tempo o Menino que nos fora dado.

3) A terceira prova escriturística que queremos apresentar, é que no contexto neotestamentário, a Bíblia deixa de utilizar-se do termo "o Anjo do Senhor" como pessoa específica. Isto é demonstrado pelo fato de que o artigo definido masculino singular "o" deixa de ser utilizado, sendo substituído pelo artigo indefinido "um". Alguns exemplos disto são os textos de Lc 1:11; At 12:7 e At 12:23, dentre muitos outros. Infelizmente, nem todos as ocorrências de Anjo do Senhor no NT, na versão ARC, se encontram com o artigo indefinido "um", o que ocorre na versão ARA nos textos citados e em outros correlatos. Esta substituição possui um grande significado. Isto é, no contexto do NT, contemporâneo ou posterior à Encarnação, as manifestações angelicais não eram do Anjo do Senhor, mas meramente de um de Seus anjos, pois o "Anjo do Senhor" já havia sido manifestado na carne (1Tm 3:16).

A Ele, glória na Igreja e por todos os séculos!!! 
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A TRIUNIDADE EM DEUS


Ao estudar este assunto, lembre-se de que a palavra “Trindade” não é usada nas Escrituras. Este é um termo usado em uma tentativa de descrever o Deus triúno, e o fato de haver 3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus. Compreenda que DE JEITO ALGUM se sugere aqui que haja 3 Deuses. A Trindade é 1 Deus feito de 3 pessoas. Não há nada errado em usar o termo “Trindade”, mesmo que esta palavra não se encontre na Bíblia. É mais prático dizer a palavra “Trindade” do que dizer “3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus”. Se isto for problema para você, considere isto: a palavra avô também não é usada na Bíblia. Mesmo assim, sabemos que havia avôs na Bíblia. Abraão foi avô de Jacó. Então, não fique obcecado com termo “Trindade”. O que realmente importa é que o conceito REPRESENTADO pela palavra “Trindade” existe nas Escrituras. Terminada esta introdução, mostraremos versículos bíblicos na discussão sobre a Trindade.
1) Há um só Deus: Deuteronômio 6:4; I Coríntios 8:4; Gálatas 3:20; I Timóteo 2:5.
2) A Trindade consiste de três Pessoas: Gênesis 1:1; 1:26; 3:22; 11:7; Isaías 6:8; 48:16; 61:1; Mateus 3:16-17; 28:19; II Coríntios 13:14. Nas passagens do Velho Testamento, algum conhecimento de hebraico é de grande ajuda. Em Gênesis 1:1, é usado o substantivo plural “Elohim”. Em Gênesis 1:26; 3:22; 11:7 e Isaías 6:8, o pronome plural equivalente a “nós” é usado. “Elohim” e “nós” se referem a mais de duas pessoas, NÃO há dúvidas. Em português, temos apenas duas variações quanto ao número, singular e plural. Em hebraico, temos três formas: singular, dual e plural. Dual é para dois, APENAS. Em hebraico, a forma dual é usada para coisas que vêm em pares, como olhos, orelhas e mãos. A palavra “Elohim” e o pronome “nós” são formas de plural – definitivamente mais de dois, e devem estar se referindo a três ou mais (Pai, Filho, Espírito Santo).
Em Isaías 48:16 e 61:1, o Filho está falando enquanto faz referência ao Pai e ao Espírito Santo. Compare Isaías 61:1 com Lucas 4:14-19 para ver que é o Filho falando. Mateus 3:16-17 descreve o acontecimento do batismo de Jesus. Nele se vê o Deus Espírito Santo descendo sobre o Deus Filho enquanto o Deus Pai proclama Seu prazer no Filho. Mateus 28:19 e II Coríntios 13:14 são exemplos de 3 pessoas distintas na Trindade.
3) Os membros da Trindade são distintos uns dos outros em várias passagens: No Velho Testamento, “SENHOR” é diferenciado de “Senhor” (Gênesis 19:24; Oséias 1:4). O “SENHOR” tem um “Filho” (Salmos 2:7, 12; Provérbios 30:2-4). Espírito é distinto de “SENHOR” (Números 27:18) e de “Deus” (Salmos 51:10-12). Deus o Filho é diferenciado de Deus o Pai (Salmos 45:6-7; Hebreus 1:8-9). No Novo Testamento, João 14:16-17 é onde Jesus fala ao Pai sobre enviar um Ajudador, o Espírito Santo. Isto demonstra que Jesus não considerava a Si mesmo como sendo o Pai ou o Espírito Santo. Considere também todas as outras vezes, nos Evangelhos, onde Jesus fala ao Pai. Estava Ele falando consigo mesmo? Não. Ele falava com uma outra pessoa na Trindade, o Pai.
4) Cada membro da Trindade é Deus: O Pai é Deus: João 6:27; Romanos 1:7; I Pedro 1:2. O Filho é Deus: João 1:1, 14; Romanos 9:5, Colossenses 2:9; Hebreus 1:8; I João 5:20. O Espírito Santo é Deus: Atos 5:3-4; I Coríntios 3:16 (Aquele que habita é o Espírito Santo: Romanos 8:9; João 14:16-17; Atos 2:1-4).
5) A subordinação dentro da Trindade: As Escrituras mostram que o Espírito Santo é subordinado ao Pai e ao Filho, e o Filho é subordinado ao Pai. Esta é uma relação interna, e não nega a divindade de nenhuma das pessoas da Trindade. Esta é simplesmente uma área que nossas mentes finitas não conseguem compreender, em vista do Deus infinito. Em relação ao Filho, veja: Lucas 22:42; João 5:36; João 20:21; I João 4:14. Em relação ao Espírito Santo veja: João 14:16; 14:26; 15:26;16:7 e principalmente João 16:13-14.
6) As tarefas dos membros individuais da Trindade: O Pai é a fonte máxima ou causa de: 1) o universo (I Coríntios 8:6; Apocalipse 4:11); 2) revelação divina (Apocalipse 1:1); 3) salvação (João 3:16-17); e 4) as obras humanas de Jesus (João 5:17;14:10). O Pai PRINCIPIA todas estas coisas.
O Filho é o agente através do qual o Pai faz as seguintes obras: 1) A criação e manutenção do universo (I Coríntios 8:6; João 1:3; Colossenses 1:16-17); 2) divina revelação (João 1:1; Mateus 11:27; João 16:12-15; Apocalipse 1:1); e 3) salvação (II Coríntios 5:19; Mateus 1:21; João 4:42). O Pai faz todas estas coisas através do Filho, que funciona como Seu agente.
O Espírito Santo é o meio pelo qual o Pai faz as seguintes obras: 1) criação e manutenção do universo (Gênesis 1:2; Jó 26:13; Salmos 104:30); 2) divina revelação (João 16:12-15; Efésios 3:5; II Pedro 1:21); 3) salvação (João 3:6; Tito 3:5; I Pedro 1:2); e 4) feitos de Jesus (Isaías 61:1; Atos 10:38). Então faz assim o Pai todas estas coisas pelo poder do Espírito Santo.
Nenhuma das ilustrações populares são descrições completamente apuradas da Trindade. O ovo (ou maçã) falha porque a casca, a clara e a gema são partes do ovo, e não são o ovo, cada qual separadamente. O Pai, Filho e Espírito Santo não são partes de Deus, cada um Deles é Deus. A ilustração da água é de alguma forma melhor, mas ainda falha em adequadamente descrever a Trindade. Líquido, vapor e gelo são estados da água. O Pai, Filho e Espírito Santo não são formas ou estados de Deus, mas cada qual separadamente é Deus. Então, enquanto estas ilustrações podem nos dar uma idéia da Trindade, esta não se faz totalmente precisa. Um Deus infinito não poderá ser totalmente descrito por uma ilustração finita. Em vez de focalizar na Trindade, tente focalizar na grandeza de Deus e Sua natureza infinitamente maior que a nossa. “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?” (Romanos 11:33-34).
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A MENSAGEM DA CRUZ


Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” 1 Coríntios 1: 19
A mensagem da cruz é a palavra mais poderosa que qualquer pastor pode pregar, pois esta é mensagens que trás salvação. Porém Paulo lembrou muito bem ao afirmar que essa mensagem é loucura para os que não creem, pois como é possível alguém que morreu de forma humilhante na cruz, ter o poder de salvar a humanidade? Como pode o o maior símbolo de maldição, hoje se o maior símbolo da libertação? Os pensamentos do nosso Deus são muito mais além do nosso, a sabedoria de Deus é muito mais além da nossa, Deus usou as coisa loucas para confundir as sábias.

Sabe o que mais me deixa impressionado com a mensagem da cruz? É que em todo o Antigo Testamento ela já vem sendo pregado de forma simbólica, e o profeta Isaias, profetizou a respeito da agonia do Salvador (Isaias 53), ou seja, já estava tudo profetizado a respeito de Jesus, porém o mais impressionante é que Jesus foi rejeitado e crucificados pelos religiosos da época, aqueles que mais “conheciam” as escrituras. Como pode os “teólogos” da época que conhecia as profecias, não reconhecerem que Jesus era o Messias? Consideravam-se tão sábios, que foram confundidos com sua própria sabedoria, não conseguiram identificar a maior profecia que já vinha sendo feita desde Gêneses, não tinha discernimento espiritual, e muito menos um coração quebrantado, se achavam os mais sábios. Se você olhar os quatro evangelhos a maioria das pessoas que receberam Jesus, eram pessoas humildes sem muito conhecimento, mas que entenderam a loucura da pregação. “os judeus ficam buscando sinais, e os gregos tentam entender de forma lógica, mas nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus, e loucura para os gregos” (1 Coríntios 1:22-23),
E nós? Quantas vezes não reconhecemos a Deus por não entendermos suas ações, queremos ficar pedindo sinais, e tentar entender de forma lógica. O sacrifício de Jesus na Cruz não tem lógica, pois não existe lógica humana para alguém deixar seu trono para morrer por um povo que ainda era pecador. Isso é loucura, e é através desta loucura que Deus decidiu salvar o mundo. E realmente poucas pessoas entendem a mensagem da cruz, poucos entendem o porquê do sacrifício de Jesus, poucos entendem que essa loucura foi feita, para que nós não precisássemos ser crucificados naquela cruz. Queremos muitas vezes nos passar por sábio e aí somos confundidos por Deus em nossa própria sabedoria.
Que possamos passar adiante dia pós dia essa loucura, não importando o irão achar disso, o fato é que Jesus morreu numa cruz de forma humilhante sim, mas ao terceiro dia ele ressuscitou, e hoje está sobre um trono de glória, e todos quanto aceitarem tem a vida eterna. Então se você é sábio ainda convido ser louco e receber Jesus Cristo como salvador.

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O PECADO

Após trazer à lembrança dos cristãos a mensagem original que eles ouviram, João prossegue na escrita da carta apresentando um novo motivo "...estas coisas vos escrevo para que não pequeis..." I Jo 2. 1. Compare com: "Estas coisas vos escrevemos, para que a vossa alegria seja completa" I Jo 1: 4.



S. E. McNair, em A Bíblia Explicada, escreveu o seguinte: "'Se dissermos que estamos sem pecado, enganamo-nos' (v. 8). O crente no seu primeiro amor, pode pensar que não mais existe nele essa tendência para insubmissão à vontade divina que se chama 'pecado', mas o apóstolo explica que tal pensamento é engano: a tendência ainda existe, mas os pecados (os frutos dessa má árvore, o pecado) podem ser purificados, perdoados, e também evitados" (grifo nosso) S. E. McNair, A Bíblia Explicada, 4º Ed. RJ, CPAD, 1983, Pág. 488.

É pertinente a observação de McNair sobre o versículo oito? Se analisarmos o versículo da mesma maneira que McNair, chegaremos a mesma conclusão de que o crente permanece no pecado.

João efetivamente escreveu que o crente permanece no pecado? O versículo demonstra efetivamente que a tendência para o pecado ainda existe no crente?

Observe que McNair deixou de observar que, ao escrever o verso 8, o apóstolo João estava fazendo referência à mensagem que ele ouviu de Cristo "Esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos..." (v. 5). Deixou de considerar que o verso 8 é parte essencial da mensagem que João retransmitiu aos cristãos quando ainda eram descrentes.

Deixou de observar a proposição inicial da mensagem: "Deus é luz, e nele não há trevas nenhuma" (v. 5). Se em Deus não há trevas nenhuma, como conciliar a idéia de que o cristão, ainda maculado pelo pecado, obteve comunhão com Deus? Que comunhão pode ter a luz com as trevas?

Deixou de considerar que aquele que é nascido de Deus não peca, ou melhor, não peca porque a semente de Deus permanece nele Jo 3: 9. Como alguém nascido de Deus pode ter tendência para o pecado? Como alguém nascido de Deus (gerado de novo), da semente incorruptível, pode permanecer sendo uma má árvore?

Deixou de considerar que a má árvore é cortada e lançada no fogo. Deixou de considerar que o problema esta na árvore, e não nos frutos. É a árvore (homem) que produz os frutos segundo a sua espécie (bom ou mau). É possível recuperar os frutos da má árvore?

Jesus mesmo disse que é impossível a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons Mt 7: 18- 19. Percebe-se que, além de arrancar o verso 8 do contexto, ele não foi feliz ao tentar aplicar a parábola das duas árvores ao tema em questão.

McNair deixou de considerar que a natureza da árvore (boa ou má) é determinada através da semente que lhe deu origem. Se a árvore é nascida da semente corruptível de Adão, a sua natureza é má e todos os seus frutos são segundo a sua espécime. Ou seja, a natureza da árvore é determinada no nascimento, e não pelos seus frutos. O fruto somente permite conhecer o tipo de árvore que nos deparamos.

Perceba que os nascidos da semente incorruptível, que é a palavra de Deus, produzem frutos segundo a sua espécie. Somente o novo nascimento é capaz de produzir bons frutos.

O fruto não é atrelado às questões comportamentais. Antes, o fruto diz daquilo que o homem professa acerca de Cristo. Se ele professa que Cristo é o verbo de Deus, que veio em carne, e que morreu para dar vida aos homens, tudo conforme as escrituras, este fruto (dos lábios) é bom. se o homem professar qualquer coisa diversa do que a bíblia nos demonstra, este fruto não é bom.

Percebe-se que o fruto dos lábios se faz acompanhar de boas obras e boas ações Hb 13: 15; Mt 7: 16. Aquele que confia em Deus professa a sua fé, as suas obras passam a serem feitas em Deus Jo 3: 21; Ef 2: 10, e procura se cercar de boas ações no seu dia-a-dia.

 
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A ÁGUA DA VIDA


 

João 4:3-15 e Outras Passagens



A composição da água tem a seguinte fórmula: “H 2 O”, isto é: Hidrogênio duas vezes e Oxigênio. Qualquer estudante de primeiro grau, sabe disso na ponta da língua. Para quem está com sede, não adianta refrigerante, vinho, leite, refresco ou qualquer outra bebida, somente água.

 Quando experimentamos Cristo, como a água da vida:

 1)      SOMOS SURPREENDIDOS EM NOSSAS EXPECTATIVAS.

 (Vs. 6-10) “Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou menos meio-dia quando Jesus, cansado da viagem, sentou-se perto do poço. Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber.  A mulher respondeu: O senhor é judeu, e eu sou samaritana. Então como é que o senhor me pede água? Então Jesus disse: Se você soubesse o que Deus pode dar e quem é que está lhe pedindo água, você pediria, e ele lhe daria a água da vida.”

poço de Jacó tinha cerca de 30 metros de profundidade e era de suma importância para o sustento da vida física do povo daquela região, há muitos e muitos anos.

 Quem não CONHECE água purificada, se contenta com água SALOBRA.

 2)      SOMOS ATENDIDOS EM NOSSAS NECESSIDADES. 

(Vs. 12-14) “Nosso antepassado Jacó nos deu este poço. Ele, os seus filhos e os seus animais beberam água daqui. Será que o senhor é mais importante do que Jacó?  Então Jesus disse: Quem beber desta água terá sede de novo, mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Porque a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que dará vida eterna.”

Na esfera ESPIRITUAL, somente Cristo SATISFAZ completamente.

3)      SOMOS SACIADOS PARA TODA ETERNIDADE.

 (Vs. 15-19)  Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede e não venha aqui tirá-la.Disse Jesus a mulher: Vai, chama teu marido e vem cá; ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.  A mulher respondeu: Senhor, agora eu sei que tu és um profeta!”

Quando PROVAMOS de Cristo, descobrimos a verdadeira FONTE DA VIDA.

CONCLUSÃO: Uma oportunidade sem igual na sua vida.

“O Espírito e a igreja dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Apc.22:17).

 
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IGREJA DE DEUS

NOTICIAS EVANGÉLICAS